Considerações sobre o texto "Contribution/soutien des espaces à l’autodirection : un exemple d’hybridation

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Considerações sobre o texto "Contribution/soutien des espaces à l’autodirection : un exemple d’hybridation

Mensagem por Tatiane Lima em Ter Mar 28, 2017 6:55 pm

O texto inicia-se com uma reflexão de Bailly, onde o autor afirma que a tecnologia digital está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas, e que esses avanços tecnológicos permitiram abrir muitas oportunidades para a aprendizagem formal. Diante desse cenário tecnológico, Bailly questiona sobre o futuro dos Centros de Recursos de Línguas (CRL) e espaços de aprendizagem físicos: eles são esperados para desaparecerem em um futuro próximo? Segundo Rivens - Monpen, o apoio humano, a reunião de tutores e colegas provavelmente permanecerão, mesmo que algumas dessas funções possam ser feitas à distância. Sobre a mesma questão Mynard confirma o papel relevante do ser humano em ambientes de aprendizagem.
Segundo o artigo trabalhado, pesquisas mostraram a necessidade de melhorar a catalogação de recursos, o acesso, o serviço e o suporte para alunos que utilizam o ambiente virtual para a aprendizagem. Um projeto de plataforma para atender estas necessidades está em gestão desde 2012. O projeto de plataforma procura abordar a necessidade de criar um espaço virtual que permita um acesso mais fácil aos recursos e serviços, e que também encoraje professores para treinar em coaching e consultoria. A primeira versão da plataforma digital começou a funcionar desde setembro de 2015. Uma parte da plataforma facilita o acesso aos recursos e materiais de aprendizagem, já outra parte por exemplo, facilita a organização de reuniões humanas, necessárias para a aprendizagem.
A plataforma, portanto, pode ser vista como um sistema mediador entre os alunos e diferentes oportunidades de aprendizagem. O ambiente híbrido que combina espaços físicos e virtuais, oferecido na Universidade de Lorraine tem como objetivo ajudar os alunos a desenvolverem sua capacidade de encontrar materiais, recursos e oportunidades que atendam suas necessidades e colaborem com a sua formação linguística. Por isso, não devemos pensar em ruptura mas sim em complementariedade entre sala de aula e o ambiente de auto-gestão (virtual).
"Concordamos com Mynard (2012) que" uma facilidade de auto-acesso é muito mais do que apenas uma biblioteca de recursos "e não prevê (ou advoga) o papel de expansão de uma presença on-line como um caminho que leva ao fim dos SACs físicos . Na verdade, os alunos precisarão de orientação para selecionar e usar os materiais oferecidos no SAC virtual exatamente como eles precisam no físico. Portanto, nós sentimos que os componentes virtuais complementam e melhoram o SAC físico, enquanto aderem aos princípios fundamentais do auto-acesso. "

Diante dos temas abordados no artigo gostaria de saber como funciona os nossos ambientes de aprendizagem virtuais (para quem trabalha com esse tipo de ensino) quais são as maiores dificuldades?

Abraços Smile

Tatiane Lima

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